terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Pacientes morrem após ressonância magnética .

Pacientes morrem após ressonância magnética em hospital particular

Três vítimas passaram por exames no Hospital Vera Cruz, em Campinas.
Vigilância em Saúde interditou o setor da unidade por tempo indeterminado.

EPTV  G1

Três pessoas morreram entre a tarde e a noite de segunda-feira (28) após realizarem exames de ressonância magnética no hospital particular Vera Cruz, em Campinas (SP). A Vigilância em Saúde interditou o setor responsável pelo procedimento da unidade por tempo indeterminado e pretende investigar se o contraste, composto químico utilizado no exame, tem relação com as mortes.

Segundo o corpo clínico do hospital, dois homens, de 36 e 39 anos, e uma mulher, de 25 anos, morreram de parada cardiorrespiratória após passar pelo exame. Dois começaram a passar mal minutos depois do exame e um paciente chegou a deixar a unidade médica, mas retornou assim que começou a sentir dores. O hospital afirma que as causas ainda são desconhecidas e que aguarda o laudo do Instituto Médico Legal (IML). Outros 83 pacientes realizaram ressonâncias no mesmo dia, no entanto, não apresentaram nenhum tipo de reação.
As vítimas efetuaram ressonância magnética de crânio, entre as 16h30 e 18h, em salas e com técnicos diferentes. Elas tinham situações clínicas diferentes e não foram diagnosticados com doenças em estágio avançado. Ambos preencheram um formulário declarando que não apresentavam nenhuma restrição e estavam desacompanhados de familiares e conhecidos.
Após a constatação das mortes, a direção do Vera Cruz suspendeu as atividades no setor e acionou a polícia. As salas e os materiais utilizados durante os procedimentos foram lacrados, de acordo com a direção da unidade. O caso foi registrado no 1° Distrito Policial da cidade.
De acordo com a direção do hospital, a empresa responsável é terceirizada e atua no local há 20 anos. São feitos por mês cerca de 1,8 mil ressonâncias e nenhuma ocorrência deste tipo foi registrada na unidade. O Vera Cruz também informou que está colaborando com os órgãos competentes.

Vigilância
Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura, após a comunicação das mortes feita pelo hospital à Vigilância em Saúde, foi solicitada o envio de técnicos para a área de diagnósticos e também o Centro de Vigilância do Estado foi notificado.

 
Pacientes
A remoção dos corpos foi feita pelo IML às 2h desta terça, segundo o Serviços Técnicos Gerais (Setec). Por recomendação da vigilância, os corpos passaram por autópsia.

Entre as vítimas estão a administradora de empresa de Campinas Mayra Cristina Augusto Monteiro, 25 anos, que deixa uma filha de 4 anos. O enterro está previsto para às 16h30 no Cemitério da Conceição.

Também faleceu o paciente de Santa Rita de Cássia, o zelador Manuel Pereira de Souza, 39 anos, casado e pai de uma filha de 6 anos. Ele será enterrado na Bahia, em um distrito da cidade natal. O terceiro paciente é Pedro José Ribeiro Porto Filho, 36 anos, morador de Campinas. O local do enterro ainda não foi divulgado.


http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2013/01/pacientes-morrem-apos-ressonancia-magnetica-em-hospital-particular.html 

Atenção !!! Pronto-Socorro do HC será parcialmente fechado para reforma

Pronto-Socorro do HC será parcialmente fechado para reforma

Apenas pacientes mais graves serão atendidos.
Pacientes devem procurar atendimento em outras unidades de saúde

Atualizado em 29/01/2013 07h16

 O Pronto-Socorro do Hospital das Clínicas vai ser fechado para reforma a partir de sexta-feira (1º). Dos 500 atendimentos diários, cerca de 200 serão mantidos. Apenas casos mais graves e os pacientes que têm consultas com otorrinolaringologistas e oftalmologistas continuarão a ser atendidos mesmo com as obras, que devem durar um ano. 

De acordo com Eloísa Bonfá, diretora clínica do HC, o atendimento aos pacientes graves estará garantido. A orientação é que, durante esse período, as pessoas  procurerm a AMA ou pronto-socorro mais próximo a sua residência.

A reforma irá multiplicar por três a capacidade de atendimento para pacientes muito graves, como vítimas de acidentes de carro e motocicletas. Serão criadas salas de ressuscitação, com baias especiais, totalmente equipadas, com monitores, respiradores, além de outros recursos avançados. O hospital ainda implantará o prontuário eletrônico.
O Hospital das Clínicas, considerado o maior complexo hospitalar da América Latina, irá montar um grupo de acolhimento, que vai orientar as pessoas e distribuir folhetos indicando endereços onde pacientes podem procurar atendimento.

Veja aqui o video com a Reportagem aqui ---http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/01/pronto-socorro-do-hc-sera-parcialmente-fechado-para-reforma.html

 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
Localização
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

Endereço
   Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 255
   Cerqueira César
   05403-000
   São Paulo - Brasil
   Tel.: (0xx11) 2661-0000

   Metrô Estação Clínicas - Ramal Paulista


Clique na imagem para ampliar
Estacionamento no HC
Ordem de Serviço nº 20/2003 - Regulamenta o estacionamento de veículos para clientes, servidores, visitantes e prestadores de serviços, o trânsito de pedestres e veículos e o acesso às vias internas do HCFMUSP.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Infelismente perdemos uma Amiga por complicações do Lúpus e a leishmaniose

por complicações do Lúpus e a leishmaniose

                                          Juliane Silveira
A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) confirmou neste sábado (5) que foi a leishmaniose a causa da morte da jovem Juliane Silveira, 29 anos. A educadora física morreu na madrugada de sexta-feira (4) em uma clinica particular da Capital.
Segundo a coordenadora do setor de epidemiologia da secretaria, Erci Hirota, este é o primeiro óbito provocado pela doença no município este ano. Em 2012, Campo Grande registrou 245 casos de leishmaniose.
A família da jovem já tinha um exame que confirma o diagnóstico da doença. Ela também sofria ainda de lupus, considerada uma comorbidade em casos de leishmaniose, ou seja, um fator agravante.
Dos casos registros no ano passado, nove pessoas morreram vítima da doença. Em 2011 foram confirmados 202 casos e três pessoas morreram de leishmaniose na Capital.
 http://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/saude-confirma-morte-de-jovem-por-leishmaniose

O que é Leishmaniose
É uma doença transmitida por protozoários do gênero Leishmania. No Brasil existem atualmente seis espécies de protozoários responsáveis por causar doença humana. As variedades mais encontradas são a Leishmaniose Visceral (LV) e a Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA).

Leishmaniose Visceral
É conhecida como calazar, esplenomegalia tropical e febre dundun. É infecciosa, mas não contagiosa. Acomete vísceras, como o fígado e o baço, podendo ocasionar aumento de volume abdominal.

Transmissão
A LV é transmitida ao homem por meio da picada do inseto vetor (Lutzomyia longipalpis) conhecido popularmente como "mosquito-palha, birigui, asa branca, tatuquira e cangalhinha". Esses insetos têm hábitos noturnos e vespertinos, atacando o homem e os animais principalmente no início da noite e ao amanhecer.

Sintomas
Os sintomas mais freqüentes são febre e aumento do volume do fígado e do baço, emagrecimento, complicações cardíacas e circulatórias, desânimo, prostração, apatia e palidez. Pode haver tosse, diarréia, respiração acelerada, hemorragias e sinais de infecções associadas. Quando não tratada, a doença evolui podendo levar à morte até 90% dos doentes.

Tratamento
O SUS oferece tratamento específico e gratuito para a doença. O tratamento é feito com uso de medicamentos específicos a base de antimônio, repouso e uma boa alimentação. A droga de primeira escolha para tratamento de casos de LV é o antimoniato de N-metil glucamina (Glucantime®).

É importante reforçar que quanto antes o doente procurar orientação médica e tratamento, maior a possibilidade de recuperação e cura.

Prevenção
As medidas preventivas visam a redução do contato homem-vetor, podendo ser realizadas medidas de proteção individual, dirigidas ao vetor e à população canina, tais como: uso de mosquiteiros com malha fina, telagem de portas e janelas, uso de repelentes, manejo ambiental, através da limpeza de quintais, terrenos e praças, eliminação de fontes de umidade, não permanência de animais domésticos dentro de casa, eliminação e destino adequado de resíduos sólidos orgânicos, entre outras medidas de higiene e conservação ambiental que evitam a proliferação do inseto vetor.

Leishmaniose Tegumentar Americana
É uma doença infecciosa, não contagiosa, que provoca úlceras na pele e mucosas. É transmitida ao homem pela picada das fêmeas de flebotomíneos infectadas.

Transmissão
A transmissão ocorre pela picada de fêmeas de flebotomíneos infectadas.

Sintomas
As lesões podem ocorrer na pele e/ou mucosas. As lesões de pele podem ser única, múltiplas, disseminada ou difusa. Apresentam aspecto de úlceras, com bordas elevadas e fundo granuloso, geralmente indolor. As lesões mucosas são mais freqüentes no nariz, boca e garganta. Quando atingem o nariz podem ocorrer entupimentos, sangramentos, coriza e aparecimento de crostas e feridas. Na garganta, dor ao engolir, rouquidão e tosse.

Tratamento
O SUS oferece tratamento específico e gratuito para a doença. O tratamento é feito com uso de medicamentos específicos a base de antimônio, repouso e uma boa alimentação. A droga de primeira escolha para tratamento de casos de LTA é o antimoniato de N-metil glucamina (Glucantime®). Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a dose do Glucantime® deve ser calculada em mg/Sb+5/Kg/dia, Sb+5, significando antimônio pentavalente. Para as lesões cutâneas, o esquema de tratamento é de 15 mg/Sb+5/Kg/dia por um período de 20 dias e para cutânea difusa o tratamento é de 20 mg/Sb+5/Kg/dia por um período de 20 dias.

Para as lesões mucosas, é recomendada a dose de 20 mg/Sb+5/Kg/dia por um período de 30 dias. Outras opções terapêuticas disponíveis nos serviços de saúde são: isotionato de pentamidina e anfotericina B.

Prevenção

O Ministério da Saúde recomenda ações dirigidas à:

  • População humana: medidas de proteção individual, tais como usar repelentes e evitar a exposição nos horários de atividades do vetor (crepúsculo e noite) em ambientes onde este habitualmente possa ser encontrado;
  • Vetor: manejo ambiental, através da limpeza de quintais e terrenos, a fim de alterar as condições do meio, que propiciem o estabelecimento de criadouros para formas imaturas do vetor;
  • Atividades de educação em saúde: devem ser inseridas em todos os serviços que desenvolvam as ações de vigilância e controle da LTA, requerendo o envolvimento efetivo das equipes multiprofissionais e multiinstitucionais com vistas ao trabalho articulado nas diferentes unidades de prestação de serviços.
Fonte: Mnistério da Saúde
http://www.saude.ba.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=167&catid=3&Itemid=18 

Veja aqui a Reportagem com o video que o G1 Mato grosso do Sul postou.

Confirmada primeira morte por leishmaniose em Campo Grande

http://g1.globo.com/videos/mato-grosso-do-sul/t/ms-tv-1a-edicao/v/confirmada-primeira-morte-por-leishmaniose-em-campo-grande/2328739/